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terça-feira, 4 de agosto de 2009

Nada de chover no molhado! Nadamos mesmo no seco!


Galeria Vermelho: chuva lá fora, piscina seca aqui dentro!

sábado, 1 de agosto de 2009

Época de chuvas

Alguns ficam ilhados em casa, alguns não estão muito bem. Munidos de guarda-chuvas saímos para a grande avenida. Caminhamos um pouco para encontrar um lugar grande, espaçoso, cheio de objetos. Arte contemporânea. Uma curva cabe numa reta, três metros cabem em um. Tudo muito lógico, pequenos jogos de percepção compõe aquele espaço. Uma exposição de desenhos, modos de grafar no mundo, mas faltava mesmo cor. Encontramos um tapete azul, virou nossa piscina de inverno. Camiseta com arte custa mais caro. Pode pegar? Pode entrar? Pode levar?
O que enfim nos pegou?

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Dois Centros! Multicentros?



Duas últimas semanas, percorremos dois centros, um mais próximo da Praça da Sé, outro mais próximo do Anhangabaú. Mas ainda estes eram o "centro velho", dizia alguém, pois o centro novo é a Av. Paulista. Quantos centros teríamos então? Um? Dois? Vários?


Deslocamentos de centros, talvez isso que interesse a nós. Reordenar o que parece central para que centro e periferia possam permutar... relativando sempre o que parece ganhar destaque ou o que parece ser fadado ao esquecimento... reposicionar funções, reorientar rotas, mudar de sentido...

No centro-Anhangabaú visitamos as superfícies, percorremos pequenos relevos, atravessamos galerias, conhecemos o antigo comércio. O antigo era novo, mal reconheciam o que queriam reencontrar. Interessou ao grupo uma pequena barraca de camelô que vendia óculos escuros. Experimentamos diversos, quase desfilamos com os óculos... algo habitava ali, nesta experimentação... havíamos passado por diversas lojas, região rica em comércio, mas o encontro se deu mesmo foi na rua, foi lá, em torno desta banca de óculos que algo se passava...

No centro-Pça da Sé explorávamos outros tipos de relevo, tomando distância do micro-relevo, nos lançamos ao alto, subimos mais de 30 andares no prédio do BANESPA. A altura era vertiginosa para alguns para outros era A REALIZAÇÃO. Do alto tudo ficava pequenino, o que na semana anterior era grandioso ficava agora deslocado... víamos o mundo através de lentes escuras e coloridas na semana passada, nesta semana víamos do alto os transeuntes, que mais pareciam formigas, percorrendo, se deslocando...

Os deslocamentos relativizam as distâncias, os centros, as dimensões das coisas...

Experimentamos novas alturas, novas superfícies, EXPERIMENTAMOS NOVOS TAMANHOS e nos surpreeendemos a cada instante que podemos ampliar visões e que não somos tão pequenos assim...

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Deite Peixe Gato Experimente

O que nos dá energia?
Um momento de cuidado
de se desligar do mundo
de se propor a estar presente no corpo
pedras
sons
água
temperaturas
cheiros

interferências do encontrar-te pela cidade: 28a Bienal de São Paulo

ver mais em:

www.flickr.com/photos/artexplorer/3098332629/

Por uma ética da multiplicidade


É um trabalho que tem como pressuposto o exercício da afirmação de desejos dos participantes e a possibilidade de cada um engendrar um modo de ser e de se relacionar com o outro e com a cidade, onde a diferença não produz a exclusão, mas a invenção de novas formas de relação.